La pseudociencia como (des)información tóxica. Una taxonomía para comprender el fenómeno y sus manifestaciones
Palavras-chave:
Pseudociencia, medios de comunicación, infoxicación, ciencia, divulgación de la ciencia.Resumo
La presencia de contenidos pseudocientíficos en los medios de comunicación refleja la problemática de la capacidad tóxica del sistema mediático. La proliferación incontrolada de información provoca una sobredosis nociva de difícil decodificación y asimilación por parte del público. Se entiende habitualmente la pseudociencia como ‘falsa ciencia’, sin embargo, una definición genérica no es suficiente para la comprensión específica de las diversas manifestaciones del fenómeno. Por ello, la presente comunicación se centrará en la propuesta de una taxonomía creada a partir de las siguientes divisiones: (1) campos de acción; (2) nivel de status social; (3) grado de peligrosidad; y (4) familias.
Downloads
Referências
GOLDACRE, B. (2009). Bad Science. London: Harper Perennial:
DAWKINS, R. (1988). Unweaving the Rainbow. Boston: Houghton Mifflin.
GARDNER, M. (1957). Fads and fallacies in the name of science. Ontario: General Publishing Company
—— (1981). Science: Good, Bad, and Bogus. New York: Prometheus Books.
—— (2001). ¿Tenían ombligo Adán y Eva? La falsedad de la seudociencia al descubierto . Madrid: Debate
KUHN, T. (2006). La estructura de las revoluciones científicas . Madrid: Fondo de cultura económica de España.
LAKATOS, I. (1993). La metodología de los programas de investigación científica . Madrid: Alianza.
PARK, R. L. (2000). Voodoo Science: The road from foolishness to fraud, Oxford: U.K.
POPPER, K. (2011). Realismo y el objetivo de la ciencia. Post-scriptum a la lógica de la investigación científica ,
Volumen I. Madrid: Tecnos.
RANDI, J. (1982). Flim-Flam! Psychics, ESP, Unicorns, and Other Delusions. New York: Prometheus Books.
SAGAN, C. (2000). El mundo y sus demonios. Barcelona: Planeta.
SHERMER, M. (1997). Why people believe in weird things. Pseudoscience, superstition, and other confusions of
our time. New York: Freeman and Company.
—– (Ed.) (2002). The Skeptic Encyclopedia of Pseudoscience. Oxford: Abc-Clio.
VIRILIO, P. (1997). El cibermundo, la política de lo peor. Madrid: Cátedra.
(
Downloads
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Ámbitos. Revista Internacional de Comunicación é um jornal de acesso aberto, o que significa que todo o conteúdo está disponível gratuitamente para o usuário ou sua instituição. Os usuários podem ler, baixar, copiar, distribuir, distribuir, imprimir, pesquisar ou vincular ao texto completo dos artigos, ou utilizá-los para qualquer outra finalidade lícita, sem solicitar permissão prévia da editora ou do autor. Esta definição de acesso aberto está de acordo com a Iniciativa de Acesso Aberto de Budapeste (BOAI).

A menos que seja observado o contrário, todo o conteúdo da edição eletrônica é distribuído sob uma "Licença Internacional Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0". Você pode consultar a versão informativa e o texto legal da licença aqui. Isto deve ser expressamente declarado desta forma, quando necessário.
No caso de aceitação do manuscrito, os autores cedem os direitos da obra para sua publicação à Ámbitos. Revista Internacional de Comunicación sob o contrato de licença Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International (CC BY-NC-SA 4.0). Os autores retêm os direitos autorais e terceiros estão autorizados a copiar, distribuir e fazer uso da obra, desde que cumpram os termos e condições estabelecidos na licença
- Cite a autoria e a fonte original de publicação (revista, editora e URL da obra).
- Não utilizá-los para fins comerciais.
- Se você remixar, transformar ou criar a partir do material, você deve liberar suas contribuições sob a mesma licença que o original.
Mais informações podem ser encontradas em
https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/deed.es















