El principio laboral según el cual “trabajo no es mercancía”: entre realidad y ficción

Autores

DOI:

https://doi.org/10.12795/e-RIPS.2023.i02.08

Palavras-chave:

Capitalismo, Trabajo, Mercancía, Ficción

Resumo

El artículo aborda uno de los principios del Derecho Laboral, aquel que se refiere a que trabajo no es mercancía. El artículo, en el que se adopta como metodología la revisión bibliográfica, analiza la adherencia de este principio a la realidad y su relevancia está en la necesidad de investigar si los derechos garantizados a los(las) trabajadores(as) por el orden jurídico impiden que el trabajo sea sometido a la condición de mercancía. La conclusión a la que se arribó es que, en el sistema de producción capitalista, el trabajo se reduce a la condición de mercancía, o sea, que al capitalismo le corresponde el trabajo-mercancía, lo que lleva a la constatación de que el principio según el cual el trabajo no es mercancía corresponde a la realidad solo cuando se refiere a la esencia del trabajo, pero no cuando este se realiza bajo las condiciones del sistema de producción capitalista.

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Biografia do Autor

Cleber Lúcio de Almeida, Universidade Católica de Minas Gerais

Professor do Programa de Pós-Graduação e da Graduação da Pontifícia. Universidade Católica de Minas Gerais

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Publicado

2023-12-27

Como Citar

de Almeida, C. L. ., & Almeida, W. G. R. de. (2023). El principio laboral según el cual “trabajo no es mercancía”: entre realidad y ficción. E-Revista Internacional De La Protección Social, 8(2), 190–203. https://doi.org/10.12795/e-RIPS.2023.i02.08

Edição

Seção

ARTÍCULOS DOCTRINALES