RACISMO AMBIENTAL Y DISPUTAS TERRITORIALES EN RÍO GRANDE DO NORTE, BRASIL
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Palabras clave

racismo ambiental
comunidades quilombolas
etnografía del conflicto
desarrollo sostenible
invisibilidad

Cómo citar

Barboza de Oliveira Junior, G. (2025). RACISMO AMBIENTAL Y DISPUTAS TERRITORIALES EN RÍO GRANDE DO NORTE, BRASIL: NOTAS DE UNA ETNOGRAFÍA MILITANTE SOBRE LA DEFENSA DE LOS DERECHOS QUILOMBOLAS. Revista Andaluza De Antropología, (29), 83–111. https://doi.org/10.12795/RAA.2025.29.04

Resumen

Este artículo analiza el racismo ambiental en las comunidades quilombolas de Queimadas, Camucim y Familia Américo, en Río Grande do Norte, Brasil. Metodológicamente, el estudio se fundamenta en la etnografía del conflicto y la historia oral como herramientas de investigación, distinguiéndose del rol del investigador como asesor técnico y activista, cuya praxis comprometida fue esencial para el acceso a los datos y el fortalecimiento de las demandas territoriales. Los resultados empíricos revelan dinámicas distintas de expropiación en cada territorio: mientras Queimadas enfrenta la presión de la agroindustria sobre su seguridad hídrica, Camucim sufre la especulaión inmobiliaria derivada del turismo, y Família Américo vive los impactos paradójicos de los proyectos de energía renovable. El estudio demuestra que la invisibilidad de estas comunidades resulta de un racismo estructural e institucional que bloquea el acceso a políticas públicas y niega derechos territoriales. Se concluye que el modelo de desarrollo hegemónico amenaza los modos de vida tradicionales, exigiendo una ciencia comprometida que combata el racismo ambiental y fundamente la búsqueda de justicia social y sostenibilidad.

https://doi.org/10.12795/RAA.2025.29.04
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